O corpo lembra-se
do que a mente tenta esquecer.
Guarda emoções antigas,
tensões não resolvidas,
afetos interrompidos.
Escutar o corpo
é escutar a história que nos habita.
E respeitar os seus limites
é um acto de inteligência emocional.
O corpo nunca mente.
© Pedro Miguel Rocha
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