O tempo não pede licença.
Passa.
E, ao passar, ensina-nos que nada se repete
da mesma forma.
Há instantes que se perdem
por excesso de pressa
e palavras que ficam por dizer
à espera de um amanhã que não chega.
Respeitar o tempo
é aprender a dar valor
ao agora —
antes que ele se transforme
em memória.
© Pedro Miguel Rocha
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