Há uma coragem rara em baixar as defesas
e permitir que o mundo nos veja como somos.
Sem armaduras.
Sem versões melhoradas.
Ser vulnerável não é expor fraquezas,
é confiar que a verdade ainda tem lugar.
É abrir o coração
sabendo que pode doer —
e escolhendo, mesmo assim, sentir.
Só quem se permite ser vulnerável
consegue amar sem reservas
e viver sem medo de existir.
© Pedro Miguel Rocha
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