Nem todos os dias pedem força.
Alguns pedem honestidade.
O direito simples de admitir o cansaço,
a tristeza sem nome,
a ausência de respostas.
Não estar bem também é estar vivo.
E respeitar isso
é um gesto de maturidade emocional
num mundo que exige sorrisos rápidos
e superações imediatas.
Às vezes, cuidar de si
é permitir-se não fingir.
© Pedro Miguel Rocha
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