Há um cansaço que não pede descanso,
pede compreensão.
Não é do corpo —
é da alma que tentou demais,
sentiu demais,
deu demais.
Cansar-se também é humano.
E admitir isso
é um gesto de dignidade,
não de fraqueza.
Às vezes, continuar
é simplesmente parar sem culpa.
© Pedro Miguel Rocha
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